24 de jan. de 2015



A lenda de Antonio casamenteiro
por pccmagdalena

Antonio vinha caminhando pela aldeia quando ao passar por umcasa escutou o choro de 2  moças .
Antonio  que era chegado numa fofoca colou o ouvido na janela para escutar melhor  e então pode ouvir  a conversa das moças:
-Nós nunca vamos nos casar, não temos dinheiro para o dote ,e pobre jamais arranjaremos marido- dizia tristemente  uma das moças
-pois é, mas pelo menos somos bonitas minha irmã-respondeu a outra
-mas bonita e pobre é uma merda.
-é verdade,e ja estamos chegando aos 20 anos, e todo mundo sabe que até aos 20 anos a muljer escolhe ,depois dos 20 é escolhida.

  e as duas começaram a chorar  lagrimas de esguicho de tristeza

Antonio ficou penalisado com a situação resolveu buscar um patrocinio para resolver o problema das moças.
Antonio que tinha um blog de sucesso,contou a hisotria das moças e pediu  ajuda a seus leitores.
A solidariedade fez que a adesão a causa  fosse um sucesso e  em pouco tempo  o dinheiro apareceu..
Antonio então foi no banco retirou o dinheiro  e colocou numa sacola e jogou pela chamine da casa das moças ,que ainda bem não estava acesa.
Antonio escutou quando as moças ouviram o barulho na chaminé ,e pensaram que era um rato que tinha caído.Depos de baterem muito com a vassoura no saco de dinheiro, as  lindas moças loiras,pegaram o rato e acharam muito estranho porque o "rato"tinha um barulho de moedas.
Abriram o"rato" e ficaram felizes ao ver tanto dinheiro.
Agora sim poderiam se casar, pois ja tinham  dote.
Pensaram muito e chegaram a conclusão que naquela aldeia não tinha um homem que prestasse e resolveram viajar.
E assim fizeram, viajaram pelo  mundo todo e quando voltaram a aldeia tinham desistido de casar ao menos temporariamente e então tiveram uma ótima ideia.
Abriram um agencia matrimonial.
Elas agora ajudavam as moças e moços a arranjar pretendentes.
E ficaram ricas.
Mais tarde elas se casaram,aliás se casaram  varias vezes.
e foram felizes para sempre..

E assim é a lenda de Antonio casamenteiro.
pccmagdalena
,

20 de jan. de 2015

O melhor do relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar as suas qualidades.

Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
Por isso decidiram afastar-se uns dos outros e voltaram a morrer congelados, assim, precisavam fazer uma escolha:
Ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram.
 
O melhor do relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar as suas qualidades.